Carpe Diem
Por Fábio Soares
hotel fazenda são joão de piraí
Nada melhor do que descansar a mente em um lugar que proporciona paz e energias boas! Assim foi um fim-de-semana mais que perfeito no Hotel Fazenda São João de Piraí. A convite dos proprietários do Hotel Fazenda e da RP Aline Campos da Agência MAP Publicidade, tive a oportunidade de conhecer e desfrutar do lugar com um acompanhante, a sortuda da vez foi a querida amiga Cileide Lanes. Confesso que não vejo a hora de voltar novamente. Um lugar que é ideal para toda família e casais que estão procurando algo mais romântico. Vamos conhecer um pouco sobre o Hotel? O Hotel Fazenda São João de Piraí, possui uma vasta área rural com mais de 1 milhão de metros quadrados. Composta por pastos, produção de laticínios, criação de animais, matas, lagos, muito ar puro, e um visual indescritível no nascer e por do sol. Possue também uma infra-estrutura perfeita para caminhadas, corridas, passeio de bicicletas, cavalgadas, trilhas off-road e qualquer atividade ao ar livre. As lindas paisagens com montes e matas também incluem a vista para o Rio Piraí e, o imenso lago é ideal para pesca esportiva e atividades aquáticas. Tudo isso localizado apenas 10Km da Rodovia Presidente Dutra, pelos acessos nas saídas 236 e 237.  Diferente de tudo que você conhece na região do vale do café, o Hotel Fazenda São João de Piraí oferece suítes, rústicas e aconchegantes, totalmente projetadas para seu conforto e descanso. Eles possuem rouparia de puríssimo algodão e fios egípcios para os mais exigentes, tudo isso combinado com nossas lindas paisagens e toda simplicidade da fazenda. Acomodações: São 14 villages/chalés/apartamentos com varanda nas categorias: simples, luxo e super luxo e 3 quartos standards. As suítes são equipadas com: tv led, cama queen size, frigobar, ventilador de teto, estacionamento e ar condicionado nas versões luxo e super luxo. Com novas acomodações, o lugar traz um conceito de atendimento familiar e serviço especial. Lazer: A estrutura de lazer é composta por piscinas adulto e infantil, sauna a vapor, bar da piscina com salão de jogos anexo, redário para descanso, play-ground infantil para crianças de 4 a 9 anos, espaço baby (ate 4 anos) e cozinha da mamãe. O lago é ideal para pesca esportiva e atividades aquáticas como: pedalinho, barco a remo, caiaque e stand-up. Também estão incluídas atividades rurais como ordenha, passeio a cavalo, passeio de charrete, carro de boi e pônei.  Gastronomia: Eles oferecem no restaurante o sistema de pensão completa, com culinária inspirada nas fazendas coloniais e pratos típicos da cozinha brasileira. As receitas são desenvolvidas com ingredientes de produtores da região de todo o vale do café e sul fluminense, o leite é fresco e os queijos e doces caseiros são produzidos na própria fazenda. O restaurante também é aberto para visitantes aos sábados, domingos e feriados, de 12:00 as 15:00h. Então queridos leitores, vale super a pena conhecer o Hotel Fazenda São João de Piraí. Lembrando a vocês que eles também possuem o Day-Use para poder aproveitar o dia no Hotel. Um típico dia de clube, onde você pode curtir a recreação, saborear o buffet campeão no almoço e aproveitar todo o clima da fazenda.  Central de Reservas: (24) 7835-2989 | (24) 99966-7287 Horário de Funcionamento: 09h às 18h: Fixo / 09h às 21h: Celular ou WhatsappHorário Fim de Semana: 09h às 21h: Celular Site: www.hotelsaojoao.com.br/ Insta: @hotelfazendasaojoaodepirai
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Por Adriano Gannam
um novo olhar para o vietnã
  Por: Adriano Gannam (Insta @adriano.gannam) Visitei o Vietnã em maio de 2017, com um grupo de fotógrafos. Saímos de Guarulhos e viajamos 12 horas até Istambul, de onde voamos por mais 10 horas até chegar ao país. A diferença de fuso horário, nesta época do ano, era de 10 horas a mais, ou seja, jet lag na certa. E prepare-se, porque o calor e umidade elevados imperam em todo o país, tanto durante o dia, quanto à noite. A moeda local é o Dong, e pela primeira vez na vida, ao fazer a conversão dólar - dong, me senti um milionário (500 dólares são cerca de 11.000.000 de Dong). Magia, arquitetura e muitas cores. Muita gente, ao saber que eu iria para o Vietnã, me perguntou: “O que você vai fazer lá? E a guerra?”, esqueça o que você sabe a respeito do Vietnã: um lugar  povoado por imagens da guerra, vietcongues, ameaça comunista. O Vietnã hoje é um exemplo para o mundo. Em sua curta e recente história sem guerras, ele se ergueu como uma nação vibrante, alegre e cheia de atrativos. Recentemente se abriu para o turismo e tem recebido cerca de quatro milhões de turistas todo ano. A natureza presenteou o povo vietnamita com uma terra fértil ao longo dos esplêndidos rios e lagos. A beleza das florestas é um colírio aos olhos de moradores e visitantes acostumados com a agitação das motocicletas nos centros urbanos, como Hanoi, que apesar do trânsito confuso e dos vendedores cantando ofertas pelas ruas, transmitem uma simpatia quase cômica, oferecendo aos visitantes um passeio interessante e, com certeza, boas compras nas inúmeras feiras tradicionais. O trânsito em Hanoi é caótico. Com transporte público defasado e salário médio de menos de 200 dólares por mês, carros são considerados artigos de luxo e a população se move sobre duas rodas. São milhares de motos, lambretas, scooters, andando em todas as direções e sentidos, que transportam desde famílias inteiras, incluindo crianças e bebês, a mudanças inteiras: móveis, fogões e até geladeiras.  Faixas de pedestre existem, mas são apenas figurativas e praticamente não há sinais de trânsito. Atravessar a rua no meio do transito caótico de Hanoi é uma experiência que turista nenhum pode deixar de vivenciar. Os próprios guias recomendam:  “para atravessar, olhe para frente e siga. Não pare.  As motos desviarão de você. Confesso de início me senti um pouco apreensivo, cheguei a parar automaticamente algumas vezes, quando já no trajeto olhava para o lado e via dezenas de motos ao mesmo tempo vindo em minha direção, de todos os lados. Isso não é recomendável, porque os motoristas acabam parando também, ao invés de desviar e o trânsito todo vai engarrafando, efeito dominó.  A religião predominante é o budismo (cerca de 95% da população). Há muitos templos para serem visitados, todos incrivelmente belos e conservados. O Vietnã é recheado de maravilhas ecológicas. Certamente, um dos lugares mais ricos em cultura e beleza dentre todos que já conheci. Ao norte há a parte mais atrativa, devido à mistura de belezas naturais, como a icônica baía de Halong Bay e os campos de arroz, próximos a Sapa. Halong Bay é uma baía considerada uma das sete maravilhas do mundo natural e patrimônio da humanidade pela Unesco. Permanecemos lá por dois dias, num cruzeiro que percorreu os principais pontos. Conhecemos a caverna Thien Cung Cave, parada obrigatória para quem vai à região. Trata-se de uma caverna com formações rochosas fantásticas, estalactites, estalagmites e lagos transparentes, utilizada durante a guerra como esconderijo para os soldados vietcongues. Reza a lenda que uma jovem garota chamada Mây chamou a atenção de um príncipe dragão, que se apaixonou por ela. Os dois ficaram noivos e o casamento durou sete dias e sete noites dentro da caverna. O que me frustrou na minha estadia em Halong Bay foi a quantidade de lixo despejado na água. Pelo visto, a consciência ambiental deles não é muito diferente da nossa… Nos arredores de Sapa fica Lao Chai, uma região produtora de arroz, onde vivem pequenos grupos étnicos, como os dzay e hmong. Os campos são belíssimos e os nativos, muito hospitaleiros. Mas prepare-se para ser abordado exaustivamente pelas crianças vendedoras de bolsas feitas a mão. Elas sabem bem inglês e se você compra de uma, as demais te cercam, dizendo: ”comprou dela, compre de mim, também”. E vão te perseguindo durante todo o trajeto a pé. Mas caso se interesse por alguma coisa, pechinche! Consegui comprar lembrancinhas com preço inicial de 200.000 por 50.000 dong! No vilarejo de Sapa há uma vida noturna tipicamente interiorana e um comércio fervoroso, onde se compra um casaco da North Face, originalmente feitos no Vietnã, pela bagatela de 40 dólares! Na região, poucos nativos falam ou entendem inglês, um problema ainda comum em todo o país, mas no final das contas a comunicação acaba fluindo. O que me achou a atenção não só em Sapa como em todo o Vietnã foi a quantidade de karaokês e casas de massagem existentes nas cidades. As antigas lan houses de videogame também são bastante comuns. As massagistas não tem a mínima noção de anatomia e em todos os lugares que fiz, pareciam bem arbitrárias no tipo de movimento que estavam fazendo. E atenção: muitas casas de massagem são prostíbulos. Até massagistas de hotéis luxuosos que ficamos se insinuaram para um “grand finale”. Comer no Vietna é muito barato. Come-se bem por menos de 10 dólares, em restaurantes de qualidade certificada. A culinária vietnamita é excepcional. Mas muito cuidado, porque do nosso grupo de 16 pessoas, pelo menos 12 tiveram diarreia do viajante (eu fui poupado). Água, somente de garrafa e refrigerante, sem gelo. Comidas exóticas também fazem parte do cardápio, para quem gosta de se aventurar, como eu: insetos, como baratas, cigarras e besouros, bem como carnes, de cavalo, rato e cachorro (esta, me neguei a experimentar), são relativamente fáceis de serem encontradas. Outra coisa que experimentei foi o Pidan, o ovo centenário, considerado uma iguaria no oriente. Fica armazenado durante meses numa mistura de sal, amido e cascas de arroz por 100 dias. Tem uma aparência estranha: a clara fica com uma textura de gelatina e com uma cor dourada escura, estranhamente bonita, quase sem sabor algum. A gema tem uma cor escura, verde acinzentado, e com uma textura macia, cremosa, com cheiro forte e sabor intenso, de enxofre.
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Por: Brena Lacerda
los angeles - parte 1 (hollywood)
Por: Brena Lacerda Los Angeles foi outra parada da roadtrip que a minha amiga Amanda e eu fizemos na Califórnia (+ Nevada e Arizona). Nós começamos em San Francisco, passamos pelo Lake Tahoe (do qual eu falei no mês padda), Santa Bárbara, Malibu (parte 2) e chegamos à Los Angeles. A Cidade dos Anjos é famosa, linda, incrível, e é o sonho de quase todo mundo visitar. Não foi diferente pra gente. A Amanda, principalmente, só falava disso. Ela tinha fotos planejadas, assim como cada pedacinho do nosso dia lá. Los Angeles nos remete, imediatamente, à celebridades, certo? Mas, olha, é muito mais que isso. LA é a segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos e é composta por um série de mini-cidades, como Malibu, Beverly Hills, Santa Monica e Venice. Além das coisas que a própria cidade oferece, ainda tem um milhão de parques, shoppings, praias, estúdios a serem explorados. Infelizmente, as coisas saíram do nosso controle durante a nossa estadia lá e não pudemos fazer tudo o que tínhamos planejado - mas ainda foi incrível! Chegamos em Los Angeles no fim da tarde, após passarmos o dia em Malibu e Santa Bárbara. Nosso hostel se chamava Banana Bungalow e fica na Hollywood Boulevard, a principal avenida de Hollywood (onde fica a Calçada da Fama). Eu amo albergues! Amo poder conhecer gente nova, ficar de papo, aprender coisas, refeições coletivas, enfim - amo hostels! O Banana Bungalow foi, provavelmente, o hostel mais divertido em que já me hospedei. Chegamos em noite de festa open bar! Subimos para o nosso quarto misto (acreditem ou não haha), fizemos amizade com um alemão meio tímido e descemos para a festa. Gente, que ambiente delicioso! A maior parte dos hóspedes eram atores ou cantores, que estavam na cidade para audições ou entrevistas, então a festa se transformou numa noite de karaokê, com gente muito bêbada e feliz. O alemão, cujo nome a gente não consegue lembrar - vamos chamá-lo de Ian. Pois bem, Ian passou horas conversando comigo, fazendo perguntas, pegando as minhas cervejas, não saindo do meu lado. Ele era legal, tinha papo, várias histórias, um sotaque engraçado e realmente achava que ia rolar alguma coisa entre a gente haha! Coitado.. foi bem desapontador pra ele, quando o Jon me ligou e eu disse "desculpa, é meu namorado, preciso atender". Nunca mais vi o Ian depois que voltei pra festa! hahaa No dia seguinte, acordamos cedo porque a Amanda tinha o dia planejado. A primeira parada seria o letreiro de Hollywood, que fica no alto de um morro. Não sei por que, eu tinha a impressão de que poderíamos chegar mais perto de carro, mas era ilusão haha! Para quem vai ao letreiro para fazer fotos, o endereço que se deve ter em mãos (ou no GPS) é 3400 N. Beachwood Drive, Los Angeles, CA 90068. Você vai deixar o seu carro no final desta rua e fazer o resto do percurso a pé. Mas, se prepare, porque é uma caminhada de 4,5km ida e volta, sendo que a ida é só subida. A trilha vai te levar ao Sunset Ranch, daí você só precisa virar à esquerda e continuar subindo. Depois de, mais ou menos, meia hora de caminhada, já é possível ver o letreiro e conseguir fotos decentes, mas o quão perto você vai chegar depende só de você e da sua disposição para continuar subindo. Infelizmente, não é possível tocar no letreiro. Ouvi dizer que existe um caminho por trás, onde você consegue chegar bem perto, mas ainda assim é separado do letreiro por uma cerca. As coisas começaram a ficar complicadas, quando eu me dei conta de que não tinha jeito - eu não tinha aptidão física para chegar tão perto quanto a Amanda queria ir. Juro que tentei, fui parando, descansando, mas, em certo ponto, desisti. Parei em um lugar em que já podíamos conseguir uma foto legal, pedi mil desculpas para ela mas disse que não conseguiria ir mais alto. Ela não gostou haha! Ficou chateada comigo, e eu até entendo. Estar ali era o sonho dela e eu estava o tornando menos perfeito. Então fizemos as nossas fotos por ali mesmo, com cara de cansada mesmo, e descemos. Nós seguimos então para Beverly Hills, aquele lugar lindo! A Amanda ainda estava chateada, então foi uma parte um pouco complicada do dia. Mas, depois, conversamos, e as coisas voltaram ao normal. Acabei encontrando uma amiga e ex-colega de trabalho em frente ao letreiro de Beverly Hills sem nem combinar. Sabíamos que estávamos ambas em LA, mas perdemos contato naquele dia, então encontrá-la ali foi uma grata surpresa. Nesse ponto, a saudade de casa já estava apertando tanto, então foi muito gostoso vê-la. Em Beverly Hills existe uma rua repleta de lojas de grife chamada Rodeo Drive. Eu nunca me senti tão pobre na vida, gente! É tudo lindo, chique, elegante demais! Eu estava turistando demais, tirando foto das lojas em que eu nunca vou entrar, e achando tudo muito incrível! No final da Rodeo Drive fica o Beverly Wilshire Hotel, onde Uma Linda Mulher foi filmado. Pensa bem na emoção de estar ali Depois entramos no carro e seguimos para a Calçada da Fama O Observatório fica no 2800 E Observatory Rd, Los Angeles, CA 90027, e abre todos os dias de meio dia às 10 da noite. Lá, os visitantes podem olhar através de telescópios e assistir shows e exibições sobre astronomia. Quando, finalmente, chegamos lá, a Amanda abriu porta-malas para pegar a mochila dela e não estava lá. Foi quando ligamos os pontos e percebemos que alguém tinha aberto o nosso carro na Calçada da Fama e levado a mochila dela. Aquilo foi o fim para a Amanda, e repercutiu em todo o resto da viagem. Na mochila estavam a carteira dela, com todos os documentos, cartão de crédito da host mom, carteira de motorista e várias outras coisas, a câmera GoPro 4 Hero Silver que ela tinha comprado com tanto trabalho, aparelho dentário, colar de ouro e várias outras coisinhas. Foi muito triste ver o desespero dela, e não ter muito o que fazer a respeito. Nós ficamos para ver o pôr-do-sol e depois seguimos para a delegacia para fazer um BO, e conseguir algum documento para a Amanda conseguir entrar no avião para casa depois, já que a identidade dela estava na carteira furtada. Foram algumas horas de bastante estresse, mas conseguimos o documento com a LAPD, que nos atendeu super bem. Voltamos, então, para o hostel porque a noite tinha acabado para a Amanda. Era noite da lasanha lá! E a Amanda ganhou um pedaço de graça, porque todo mundo ficou com dó dela. Na manhã seguinte, saímos em direção a Las Vegas, mas isso é outra conversa. Eu sinto que ficou muita coisa pra ser vista em LA, e eu gostaria de voltar lá um dia, para ter uma experiência mais profunda da cidade, visitar os estúdios, ficar mais tempo. A Amanda me autorizou a contar detalhes da história, porque, de acordo com ela, ela já superou todo o trauma daquele dia haha! Tadinha! Mas acho que, no fim das contas, foi uma felicidade muito grande ter conhecido Los Angeles, mesmo que as coisas não tenham ido tão bem. Era o sonho dela! E é importante lembrar que, mesmo que os sonhos se realizem, eles nem sempre vão ser tão perfeitos quanto a gente imaginou - a realidade tem dessas coisas.
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Por Brena Lacerda
lake tahoe: um pé em cada estado
Por: Brena Lacerda O Lake Tahoe foi um dos meus destinos preferidos nos Estados Unidos. Foi a segunda parada da minha roadtrip na Califórnia (a primeira foi São Francisco). Imaginem um lago enorme, nas montanhas da Serra Nevada a 2000 metro de altitude, com pinheiros altíssimos, cobertos de neve e casas feitas de toras de madeira. Tudo naquele lugar parece ter saído de um comercial de Natal da Coca-cola. É incrível! Saímos cedo de São Francisco e, em pouco mais de três horas, chegávamos à montanha. Dirigir em direção ao lago fica mais assustador a cada curva. O caminho até a cidade de South Lake Tahoe, onde ficaríamos hospedadas, é lindo, mas extremamente perigoso, em certos trechos, para motoristas inexperientes como a Amanda e eu. Fomos na fé, devagar e com muita atenção. Em certo ponto da estrada, tudo o que podíamos ver à nossa direita era branco. Era um precipício, isso estava claro pela quantidade de neblina, mas, não poder ver nada nos apavorou bastante. Todos os outros motoristas, no entanto, pareciam compartilhar da nossa cautela, então foi tranquilo manter a marcha lenta, sem ter gente buzinando atrás ou tentando ultrapassar. Até porque a estrada era tão estreita, que ultrapassagem seria impossível sem causar um acidente. Quando, finalmente chegamos ao hotel, fomos instruídas a instalar correntes nas rodas dianteiras do carro para dirigirmos na neve sem preocupação. Mas, como a previsão do tempo dizia que não nevaria mais naquele fim de semana, decidimos economizar os 100 dólares e rezar para não nevar. No dia em que chegamos, ficamos apenas na área do hotel, onde os turistas geralmente ficam, quando visitam a região. A cidade é do tamanho de um bairro pequeno na minha cidade aqui no Brasil. Tem um centrinho, onde você pode jantar, comprar roupas de inverno, um posto de gasolina, um McDonalds, não muitas opções. Mesmo assim, encontramos uma Dollar Tree (rede de lojas onde tudo custa apenas um dólar) para comprar alguns snacks para economizar. Naquela noite, jantamos em uma pizzaria maravilhosa bem perto do hotel. O lugar estava lotado, já que era um dos poucos abertos naquele dia. O clima de cidade pequena, onde todos se conhecem, era evidente. As pessoas encaravam a gente, como se fossemos mesmo novidade - o que é engraçado, já que a área recebe tantos turistas durante todo o ano. Na manhã seguinte, tomamos café no hotel e decidimos que daríamos a volta no lago, o que, sem paradas, dá mais ou menos, 5 horas de viagem. Snacks no banco de trás, câmeras a postos, seguimos montanha acima, parando em mirantes e pequenas praias sempre que possível. Era tudo encantador e de tirar o fôlego (literalmente, já que é possível sentir claramente como o ar se torna mais escasso lá em cima). Às vezes, eu precisava parar para respirar e agradecer ao Universo por tamanha beleza e pela oportunidade de estar ali. Eu nunca tinha pisado em uma montanha de verdade, e eu não fazia ideia de que eu me sentiria tão cheia de paz e gratidão. Que mundo maravilhoso é esse, não é? Quanta coisa linda para ser vista, admirada, contemplada e protegida! Eu queria ter podido parar por horas em certos pontos, simplesmente para contemplar a paz do vento congelante no meu rosto, enquanto eu pisava na areia, com aquela majestosa montanha às minhas costas. A sensação era de reverência a qualquer divindade ou força responsável pela existência de um lugar tão perfeito. Eu queria ter sabido a quem agradecer. Mas, na falta de um destinatário, simplesmente fechei meus olhos em uma oração baixinha e agradeci, a quem quer que estivesse ouvindo. A Amanda e eu seguimos pela montanha, dando a volta no Lake Tahoe por horas. Quando faltava, aproximadamente, meia hora para terminarmos a volta e chegarmos ao hotel, percebemos que a estrada já não estava tão limpa. Havia nevado ali poucas horas antes. Fomos ultrapassadas por alguns guinchos e tratores e começamos a ficar apreensivas. Foi então que vimos um sinal luminoso na estrada, mandando os motoristas sintonizarem o rádio em uma estação específica. A mensagem tocava repetidamente “Estrada fechada devido a avalanche. Retornar. Não há passagem. Retornar”. Quando, finalmente, entendemos que não podíamos ir adiante, já havia começado a nevar bastante no local onde estávamos. Sabíamos que não conseguiríamos ir muito mais longe naquela situação, mas não víamos nem um retorno por perto. Encontramos, enfim, uma estradinha nos levou morro abaixo. O chão estava coberto de neve espessa, e o nosso carro não tinha as benditas correntes nas rodas dianteiras. Depois de derrapar um pouco subindo de volta o morro, conseguimos voltar para a estrada, pelo caminho pelo qual tínhamos vindo. Exaustas e com frio, chegamos de volta a South Lake Tahoe pouco antes de escurecer. Acho que dormimos por umas 10 horas direto. E, na manhã seguinte, partimos montanha abaixo, de volta para a costa, em direção à Highway 1 – Big Sur. O caminho de volta até deixarmos àquelas terras geladas foi bem mais tranquilo do que a ida. No fim da história, deu tudo certo e, apesar do cansaço, estávamos felizes por viver uma aventura e testemunhar o quão maravilhoso esse mundo é. Como chegar a Lake Tahoe? Do aeroporto de Reno a sugestão é seguir pela recém-inaugurada Interstate I-580, uma estrada construída com técnicas de anticongelamento, com duração de aproximadamente 45 minutos. Do aeroporto de San Francisco são três horas de estrada; da região de Sacramento são duas horas. Vindo do estado da Califórnia o risco de congelamento e o fechamento das estradas são maiores, é sempre importante se informar das condições das estradas no inverno antes de seguir por estas rotas. Estação Heavenly: A estação de esqui Heavenly é uma das mais visitadas dos Estados Unidos, com mais de 20 lifts e 65 pistas para os praticantes de esqui e snowboard. Os graus de dificuldades são os mais variáveis, desde o iniciante aos mais avançados. Uma das atrações das pistas da região são as opções de descer para estados diferentes: você pode ir para o lado de Nevada ou Califórnia. Um das facilidades da área é a proximidade da gôndola, o bondinho de acesso ao topo da montanha. A gôndola é uma das grandes atrações da região: percorre 4 km subindo desde o nível do lago até a base da estação de esqui, no alto da montanha. O visual durante esta subida é de cair o queixo.
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Por Fábio Soares
são thomé das letras
Sempre que alguém me pede uma dica de viagem, tanto para casais quanto para amigos, sem sombra de dúvida, São Thomé está no topo da lista. Uma cidade gostosa de apreciar, é uma paz interior muito grande e ideal para renovar as energias. Fiquei surpreso com os preços das pousadas, que na maioria delas já está incluso um delicioso café da manhã! Para os casais que gostam de uma viagem diferente não podem perder a oportunidade de conhecer São Thomé. Geralmente tem até promoção para casal, e fica mais barato ainda.  Não posso deixar de destacar a beleza exótica de suas pedras, os casarões antigos, as trilhas e os restaurantes com pratos deliciosos (Indico o lindíssimo e charmoso Alcazar Rock Bar que tem a estrutura toda em forma de um castelo).  A cidade é conhecida também pelos seus mistérios, que fica por conta de supostas aparições de óvnis na cidade, que inclusive tem referencias por toda parte como estátuas de ETs pelas ruas, pousadas, e objetos artesanais que valem a pena trazer para os amigos e família.  Os pontos turísticos mais procurados são: A Gruta São Thomé (Que é a lenda que deu origem a toda história da cidade), Gruta do Carimbado, Casa da Pirâmide (que tem o pôr-do-sol mais lindo que já vi, ideal para curtir ao ladinho do seu amor), formações rochosas (a Pedra da Bruxa é a mais famosa, e realmente lembra a imagem do rosto de uma Bruxa), as cachoeiras da Lua, Vale das Borboletas, Véu de Noiva, Paraíso, Lua, Antares entre outras.  Fica então algumas dicas para quem quiser conhecer! Volto completamente mais positivo, energizado e encantado com São Thomé! Está esperando o que para arrumar suas malas?  Beijos e até o próximo Carpe Diem
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